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G44 esclarece como não alcançar liberdade financeira

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Neste post, a G44 Brasil esclarece o que impede você de alcançar liberdade financeira e de que forma você pode evitar. Confira abaixo!

Liberdade financeira é o estado em que se obtém a autonomia de fazer escolhas na vida sem se preocupar com dinheiro.

É quando não se depende mais de um salário para pagar as contas do mês e se tem possibilidade de escolher um trabalho – ou mesmo não trabalhar.

O conceito de liberdade financeira muitas vezes é confundido com a independência financeira, mas elas são diferentes.

A independência financeira é quando o indivíduo tem um patamar de renda que consegue atender a todas suas necessidades por tempo indeterminado; mas, ainda assim, é preciso respeitar um padrão máximo.

A liberdade financeira está um passo à frente deste padrão, já que nela não é mais necessário se preocupar com um patamar: as rendas e investimentos reunidos permitem alçar voos maiores.

Apesar de ser o sonho da maioria, poucas pessoas fazem, de fato, o que é preciso para alcançar este objetivo. A maioria segue à risca um passo a passo para NÃO alcançar a liberdade financeira.

Veja a seguir as péssimas escolhas das pessoas para NÃO atingir a liberdade financeira:

1- Buscar maneiras fáceis e rápidas de ganhar dinheiro

O Brasil está entre os países em que as pessoas mais perdem dinheiro com jogos de azar, como loterias e sites de apostas. Apenas em 2014, os brasileiros perderam mais de R$ 10 bilhões pela cotação daquele ano.

Outro exemplo são os programas de “marketing multinível” que prometem ganhos exorbitantes. Em vez de desconfiarem desses retornos absurdos, milhões de pessoas jogam dinheiro fora ao embarcar nestas “oportunidades”. Levando em conta apenas a Telexfree, mais de 2 milhões de pessoas caíram nesse golpe e ainda esperam pelo dinheiro investido.

Há também quem acredite em “investimentos mágicos”, com retornos altíssimos e aparentemente sem risco algum. Se você quer enriquecer da maneira mais inteligente, entenda que dinheiro rápido e fácil não existe.

2- Se concentrar só em poupar

Aprender a poupar é essencial para acumular dividendos e, consequentemente, gerar riqueza. Todavia, quem vive de só poupar só chega a um destino: o da frustração.

É preciso buscar qualidade de vida plena e, para que isto seja atingido, não se pode abrir mão dos pequenos prazeres: hobbies prediletos, sair com os amigos, com a família. A chave está no equilíbrio.

É por isso que existe o orçamento pessoal e familiar. O segredo está em fazer com que ele contemple 60% de gastos essenciais, 20% de investimentos de curto e longo prazo e deixar 20% para gastos livres.

3- Achar que já aprendeu tudo

Vivemos em um mundo em que o conhecimento e a tecnologia avançam em uma velocidade tão grande, que aquilo que sabemos hoje, se torna obsoleto dentro de poucos anos, às vezes em questão de meses.

Além disso, não basta ser um grande profissional para para ser uma grande pessoa, não é verdade? É preciso ser um bom pai/filho/esposo(a)…

E para ser um bom investidor? Bem, não é necessário começar uma faculdade de economia. Mas é interessante adquirir ao menos conhecimentos básicos sobre finanças. Então, que tal começar a ler mais sobre o assunto em blogs e fóruns especializados? Ouvir podcasts, ver tutoriais, entre outros, também podem ser boas ideias, desde que sejam de fontes seguras e confiáveis.

4- Ter gastos desnecessários e muitos parcelamentos

A facilidade do parcelamento compromete sua liberdade financeira, pois é uma dívida sobre a qual só se pensa no momento em que é adquirida, e não a longo prazo.

Para que isto mude, é necessário que você use mesmo de imediatismo – mas em relação a parar de gastar: comprometa-se, por exemplo, a gastar 10% a menos mês que vem do que gastou no último mês. E a não contrair mais dívidas e parcelamentos.

Provavelmente você conseguirá perceber uma evolução muito positiva quando colocar seu orçamento no papel e identificar gastos que poderia evitar se pensar duas vezes na hora de utilizar o seu dinheiro. Faça um “realinhamento” das suas economias e monitore sua evolução mês a mês.

5- Deixar para depois o ato de investir

Você pode não ter muito para investir e isso é compreensível, mas… por que deixar para depois? E, se depois, quando? Já parou para pensar nas oportunidades que perde no ato de procrastinar? A consequência da procrastinação é nunca, de fato, atingir uma mudança real na vida.

Deixar para depois o ato de poupar e investir só fará com que seu esforço no futuro seja ainda maior e que você tenha que abrir mão de uma parcela maior de seus dividendos quando estiver próximo da aposentadoria. Ou seja, terá um tempo mais curto para viver com o conforto e tranquilidade que tanto merece. Não existe longo prazo, no fim das contas. O futuro é logo ali.

Gostou? Veja nossos outros conteúdos, que assim como este a G44 esclarece dúvidas de liberdade financeira e mais. Não perca!

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DELIO ANDRADE

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